1 de set de 2011

# Bailarinas #

Feliz Dia da Bailarina


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Descobri que a vida é bailarina...

e que nenhum ponto inerte

anula o viravoltear das coisas


A vida, nossa existência, nos faz rodopiar para vencer barreiras, saltar aquela tal pedra no meio do caminho que Carlos Drummond de Andrade tanto falou. Nossa vida é um pas de valse, sempre oscila de um lado para outro, entre momentos bons e ruins. Porém, sempre nos oferece coragem para um Devant, ir em frente diante de qualquer situação. E se enfrentá-la com um Pas de Deux, melhor ainda. Nunca sozinho, sempre acompanhado.
 
Iê...

13 de jun de 2011

# Dias melhores #

E os dias agora têm cara de algodão doce 
e bolinhas de sabão:
doces, coloridos, felizes e cheios de surpresas!!

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Iê...

28 de abr de 2011

# Woops! Memory error in the file of the heart!

O amor era indestrutível, colorido e cheio de sonhos naquele coração... um dia recebeu facadas intermináveis, mas o sentimento continuou morando ali – moradia eterna. O coração insistiu, correu atrás mostrando sorrisos, palavras carinhosas, cuidando do objeto amado e todo tipo de manifestação que pudesse atrair para perto. Conquistou. Mas faltava atenção. Foi embora. Escreveu sobre o amor que sentia, sobre as dores que a presença daquele sentimento causava, sobre a felicidade, o brilho no olhar e a vida colorida de felicidade que tinha antes. O objeto amado sentiu sua falta, clamou sua volta, mostrou amor e medo de estar perto – era um amor covarde o que sentia . O coração? Apeteceu-lhe voltar. Fugiu – medo de dizer eu te amo e levar mais facadas, mas continuava por perto. Às vezes era correspondido por pequenos momentos, nada que comparasse a eterna dedicação que dava ao objeto amado. Os momentos felizes eram tão ínfimos. Escreveu mais e mais... e a ferida doía mais e mais. Parou - as frases machucavam demasiadamente. Mesmo sem palavras, o amor ainda estava ali. Como algo tão exageradamente lindo pode deixar sequelas desastrosas. Se retirou. Não permitia que ninguém compartilha-se sua solidão até que reencontrou o objeto amado. Entrelaçaram-se  -  estranheza – “O que era mesmo que me fazia amá-lo?” Ops... erro de memória no arquivo do coração! E só uma dúvida: “O que farei com as palavras que escrevi?”

Iê...
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13 de abr de 2011

# Dia do Beijo #

Beijos bailarinos a todos!!!

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Iê...


30 de mar de 2011

# Dança no Sesc Pinheiros #

Theme and Variations- foto: João Caldas e Silvia Machado

O palco do Sesc Pinheiros receberá nos dias 31/03, 1, 2 e 3/04 duas novas peças. A São Paulo Cia de Dança apresentará a remontagem de Legend (1972), de John Cranko, Inquieto (2011), de Henrique Rodovalho, e Theme and Variations, de George Balanchine, já presente no repertório da Companhia.

Segundo informações da Assessoria de Imprensa da SPCD, Legend (foto ao lado) é um pas de deux neoclássico imortalizado por seus intérpretes, Márcia Haydée e Richard Cragun, que aborda o lirismo do amor entre um homem e uma mulher pela suavidade dos passos, pela confiança e entrega nos movimentos e pelo desafio da fusão dos corpos em tênues equilíbrios. A remontagem de Legend para a São Paulo Companhia de Dança é assinada por Richard Cragun e esta é a primeira vez que a peça é apresentada por uma companhia no Brasil.

Em Inquieto (foto abaixo), Henrique Rodovalho apresenta três faces do desassossego. Três personagens marcam a cena e pouco a pouco revelam diferentes inquietudes diante do mundo: uma velada, aparentemente imóvel, que transparece em pequenos gestos quase incontroláveis; outra determinada, como uma linha que risca de forma direta todo o espaço da cena; e outra traduzida propriamente em movimento: o corpo em suas diferentes articulações, conexões e sinuosidades expandidas no espaço. No desenvolvimento da peça, o terceiro personagem se desdobra em dez: os movimentos se multiplicam, passam pelos distintos intérpretes, como se fossem um e ao mesmo tempo muitas facetas da inquietude humana, criando novas estruturas e repetições com variantes.

O desenho do corpo no espaço se completa com o traço do cenário de Shell Jr. em permanente construção na cena. A luz também cria o espaço, recortando o palco e enfatizando determinados momentos da obra. Os riscos do figurino de Cássio Brasil acentuam as sombras e dobras do corpo e a música de André Abujamra cria o ambiente e revela as dinâmicas da obra.

Theme and Variations é mais uma das grandes obras do russo George Balanchine sobre o Movimento Final da Suíte nº3 para Orquestra em Sol Maior Op. 55r, de Tchaikovsky. A peça consiste em 12 variações, nas quais os bailarinos apresentam os temas que serão retomados ao longo da coreografia. No desenrolar da obra, o casal principal intercala sua participação com o corpo de baile, que dá força ao trabalho e sustenta a obra. Os bailarinos entram dois a dois e aos poucos a cena está montada para outro momento particular, a polonaise, quando os 13 casais se preparam para uma diagonal, na qual a música ascendente de Tchaikovsky faz com o que corpo fique suspenso por alguns instantes.

Ainda de acordo com a Assessoria, a remontagem de Theme and Variations para a São Paulo Companhia de Dança é assinada por Ben Huys, indicado pela Balanchine Trust, e os figurinos foram executados por Tânia Agra, que criou “espartilhos mais curtos e bandejas de tutus menores para que as bailarinas pareçam mais longas para a remontagem”. “A composição das cores dos figurinos visa à harmonia perfeita entre os grupos que compõem o balé”, relata Tânia.

São Paulo Companhia de Dança e SESC

Com três anos de existência, a SPCD, criada em janeiro de 2008, pela Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Estado de São Paulo, e instituída como equipamento cultural desta secretaria já produziu 12 obras, fez mais de 165 apresentações em 26 cidades e foi assistida por mais de 110 mil pessoas. O Sesc é a instituição parceira da Companhia desde 2008.

SERVIÇO:
Estreia de Legend, de Jonh Cranko e Inquieto, de Henrique Rodovalho e reapresentação de Theme and Variations, de George Balanchine

Dias 31 de março e 1, 2 e 3 de abril
Quinta a sábado, às 21h e domingo, às 18h

Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros

Os ingressos custam R$ 15; R$ 7,50 (usuários matriculados, idosos com mais de 60 anos, estudantes com carteirinha, professores da rede pública, usuários MIS); R$ 5 (trabalhador do comércio e serviços matriculado).

Iê...
 
* fotos de Legend e Inquieto são de Silvia Machado

27 de jan de 2011

# Destino #

A cicatriz segue dolorida, mas ando feliz feliz entre trancos e barrancos até achar meu destino ao virar a esquina certa e ver onde o caminho termina!
Esse é o destino... uma saída de vida, um início de vida.

Iê...

27 de set de 2010

:: de outras vidas ::

... e o amor deles é como um vício com vibrações físicas intermináveis. Ninguém compreenderia se tentassem explicar o motivo de mesmo longe persistir o palpitar do coração, o sabor de um e outro, o toque quase real e tantas outras sensações de amor explícito. Era uma união tão instigante que ainda hoje, anos depois, os dois fecham os olhos e se sentem juntos, sentem a vida de um e do outro e lhes falta a presença nela. Ela falou aos ventos: _ "Saudade Cortante". E ele sentiu seu coração se cortando, com dores intensas e uma falta de ar inquieta... eles são almas gêmeas e nem sabem de tal ligação - porque foram separados por outras vidas.

Iê...

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22 de set de 2010

:: FELIZ ::

Que tal uma paradinha na rotina para brincar de ser feliz
e fazer virar realidade?

Achei isso aqui

19 de set de 2010

:: Despedida ::

Não é possível escrever sobre nosso amor sem sentir as palavras, sem doer, sem faltar o ar, sem palpitações exageradas no coração, sem sentir calafrios revoltos, sem ter aquele tal bando de borboletas se debatendo no estômago. Impossível  me despedir definitivamente de você, do que sinto por você, desse amor com dois lados, palpável e impalpável, desse vício constante  tatuado em toda extensão do meu corpo sem sentir o gosto líquido salgado das lágrimas. Não, esse nosso sentimento – sim, nosso, porque sei que ele existe de  forma idêntica em você – não pode ser contestado, impugnado, pois se coloca contra qualquer resistência  (e quantas temos!) – e só por elas você se mantém longe de nós mesmo querendo no fundo juntar todos os nossos poros.  Não, não vou matá-lo dentro de mim – mesmo que muitas opiniões achem que isso que deve ser feito -, é impudicamente impossível matar o maior amor que nasceu dentro nós. Nunca cometeria nenhum ato contra esse sentimento tenebrosamente lindo que há em mim, apesar de consumir dores intensas e cortantes por senti-lo, mas me despeço de você, já que o tempo não mata o sentimento, mas a falta de você e a solidão que me causou mata um pouquinho de mim a cada dia. E já que você não pode se juntar a quem ama, despeço-me para poder viver, para permitir me amarem (e amar!) da mesma forma que  fui amada presencialmente por anos a fio, pois não nasci para morrer de amor e sim para viver voluntariamente dele, seja lá em quem possa nascer. Então, decido aqui viver com esse amor indescritivelmente lindo dentro de mim, mas longe de você e com a oportunidade de deixar nascer uma paixão que começo a achar possível construir, uma paixão que me olha como que querendo dizer “deixa eu ficar”. Sim, vou guardar você dentro de mim e dar oportunidade da felicidade voltar a sorrir nos olhos.  Não é possível me despedir de você sem reforçar que sim, tinhamos razão, nosso amor é indestrutível, mesmo com tanta gente contra ter vencido, mas não é possível viver na solidão por ele. Isso dói, dói imensamente, mas é necessário.
Iê...

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29 de ago de 2010

:: Vazio ::

Só. Silêncio. Coração adoecido, fraco.
Vacuo intermitente. Taciturno.
Martírio a lembranças ofegantes de toques incendiários na conexão de corpos eufóricos ao gran finale...
Paixão aniquilada ao nascer.

Iê...

p.s.: há dias que acordam opacos e dormem sombrios

21 de ago de 2010

:: Sedução ::


Suas palavras se apresentam para mim
como uma peça teatral
Tudo tão lindo, fantástico, deslumbrante
Meus olhos paralisados não voltam à razão
Meu corpo vibra em sentimentos abundantes
E caio aos seus pés enfeitiçada
Sem perceber que tudo é cenário
Coreografia e texto ensaiados
Aplausos
Sua encenação é meu conto de fadas
E na vida real eles nem sempre têm final feliz


Iê...

Obs.: texto republicado. Original de fevereiro/2009 (:: Direção ::)

18 de ago de 2010

:: Saudade... ::

"— Às vezes eu sinto falta de mim. — Eu também. — Sente falta de si? — Não, de você. E dói. [Silêncio] — Me abraça?— Sempre." (Caio Fernando de Abreu)

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