31 de ago de 2008

Sobre um sonho...

Sonhos nem sempre são lembrados quando acordamos.
Mas existem sonhos tão reais que geram medo e ao mesmo tempo emoção.

Dorme com saudade
Fecha os olhos
Sonha aquele sonho perfeito, esperado
Parece estar ali de verdade
Sente a maciez do abraço
O calor da pele
Abraço que traz paz
Abre os olhos
Não percebe que tinha sido um sonho
Minutos depois
A sensação volta
Estranha
O coração palpita
E se dá conta que não era de verdade
Deseja com veemência a realidade
Os braços ainda sentem como se fosse
Como se tivessem feito o movimento de um abraço
Lágrimas de emoção
Perfeição de sonho
Deixou leveza no pensamento, na lembrança
Abraçou com o coração
Iê...

Falando em Blogs...

Hoje, 31 de agosto, é o Dia dos Blogs.
Li a notícia no GigaBlog do uol.
"Neste dia 31 de agosto é Dia Internacional dos Blogs, uma “comemoração” virtual que acontece há quatro anos e permite que blogueiros do mundo inteiro conheçam outros países e outras culturas.
Isso porque, neste dia, os blogueiros se dedicarão a recomendar blogs que consideram interessantes para os seus visitantes conhecerem.
Assim, cada leitor terá a oportunidade de conhecer outras cinco páginas novas, desconhecidas e nelas o leitor pode encontrar outras cinco sugestões...."
Iê...

Prêmio Dardos

Nada melhor que começar postagens novas, na nova casa do Vida Bailarina, falando de prêmios, presentes...

Ganhei de presente do Diego Lago, O Pessimista, um selo do mundo dos blogs: o prêmio Dardos. E amei receber este presentão.
Este prêmio foi dado há algum tempo, quase um mês talvez, mas como estava de mudança resolvi deixar para colocar só quando inaugurasse de verdade meu novo/velho blog.
Ele tem o seguinte significado:
"Reconhecer os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais etc. Em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras…".


E ele tem três condições:

*Aceitar exibir a distinta imagem

* Linkar o blog do qual recebeu o prêmio.

* Escolher blogs para entregar o Prêmio Dardos.

E os meus indicados são:


* O Mundo em Palavras, do Marcos Forte

* Blog do Montanha, do Alexandre Ofélio

* Donas do Circo, da Carlinha e da Milena

* Bocadinho de prosa, da Eny Elisa

* Sobre meu velho vício de Sonhar, da Meggynha Araújo

* E o mais que premiado Palavras sem Fronteira, do Ricardo Cazarino
Iê...

30 de ago de 2008

Por que a Vida é Bailarina?

Para republicar texto do antigo blog e para explicar realmente o que significa a vida ser bailarina, ou seja, o nome do blog.
Depois desse post, virão apenas os novos.
Nunca é tarde para homenagear São Paulo
e Mulheres... Seres Humanos

São Paulo. Minha Cidade. Iêda. Meu nome. Nasci dia 25 de janeiro. Há trinta e poucos anos. Dia do aniversário da minha cidade.
A cidade de São Paulo é linda e feia ao mesmo tempo. Tem prédios gigantescos e esplendorosos. Mas também tem favelas. Tem caos, trânsito, poluição. Tem loucuras e muita bagunça. Mas muita organização também. No mundo paulistano existe gente pobre, muito pobre, e gente rica, podre de rica. Há também muita cultura, gastronomia variada, comerciantes de variedades inimagináveis.
Uma cidade completa, mas que ainda deve muita coisa a seus moradores. Sonho de muitos brasileiros e pesadelo de outros.
Por tudo isso, a regra aqui é “Ame-a ou Deixe-a”. Eu a amo!
Esse mês foi “comemorado” o Dia Internacional das Mulheres. Não vejo graça alguma neste dia. Que diferença isso faz? Nenhuma.
Conheço mulheres diversas. Fracas, fortes. Independentes, dependentes. Burras, inteligentes. Lindas, bonitas, feias. Amadas, não amadas. Tímidas, extrovertidas. Sorridentes, choronas. Trabalhadoras, preguiçosas. Sortudas, batalhadoras. Simplesmente mulheres. Sinto-me um pouco de cada uma delas.
Maitê* é uma dessas mulheres que faz qualquer um gargalhar, porém deixa qualquer um, também, de queixo caído quando fala sério. Entendeu logo de cara porque eu disse que “A vida é Bailarina...”. Completou sua explicação com um poema, que não sei quem é o autor:

“Em cada passo
percorremos diversos caminhos,
em cada giro
viajamos o mundo,
em cada olhar
transmitimos desejos,
em cada toque
multiplicamos sensações,
em cada queda
transcendemos a emoção,
em cada dança
sonhamos;
com os pés no chão”

Assim, explicou que a vida, não só para as mulheres, mas para todo ser humano, é bailarina. A vida, nossa existência, nos faz rodopiar para vencer barreiras, saltar aquela tal pedra no meio do caminho que Carlos Drummond de Andrade tanto falou. Nossa vida é um pas de valse, sempre oscila de um lado para outro, entre momentos bons e ruins. Porém, sempre nos oferece coragem para um Devant, ir em frente diante de qualquer situação. E se enfrentá-la com um Pas de Deux, melhor ainda. Nunca sozinho, sempre acompanhado.
Não só mulheres devem ser homenageadas e sim o Ser Humano, o ano todo, todos os dias do ano. Em São Paulo temos pessoas assim. É isso.
* Maitê é apenas uma personagem no texto.

Iêda Santos

Republicação nº 9

Para lembrar de Clarice Lispector






"Rifa-se um coração.

Rifa-se um coração quase novo.

Um coração idealista.

Um coração como poucos.

Um coração à moda antiga.

Um coração moleque que insiste em pregar peças no seu usuário.

Rifa-se um coração que na realidade está um pouco usado, meio calejado, muito machucado e que teima em alimentar sonhos e, cultivar ilusões.

Um pouco inconseqüente que nunca desiste de acreditar nas pessoas.

Um leviano e precipitado coração que acha que Tim Maia estava certo quando escreveu… “…não quero dinheiro, eu quero amor sincero, é isso que eu espero…” .

Um idealista…Um verdadeiro sonhador…Rifa-se um coração que nunca aprende.

Que não endurece, e mantém sempre viva a esperança de ser feliz, sendo simples e natural.

Um coração insensato que comanda o racional sendo louco o suficiente para se apaixonar.

Um furioso suicida que vive procurando relações e emoções verdadeiras.

Rifa-se um coração que insiste em cometer sempre os mesmos erros.

Esse coração que erra, briga e se expõe.

Perde o juízo por completo em nome de causas e paixões.

Sai do sério e, às vezes, revê suas posições, arrependido de palavras e gestos.

Este coração tantas vezes incompreendido.Tantas vezes provocado.Tantas vezes impulsivo.

Rifa-se este desequilibrado emocional que abre sorrisos tão largos que quase dá pra engolir as orelhas, mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.

Um coração para ser alugado, ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes.Um órgão abestado indicado apenas para quem quer viver intensamente.

Contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida matando o tempo, defendendo-se das emoções.

Rifa-se um coração tão inocente que se mostra sem armadura e deixa louco o seu usuário.

Um coração que quando parar de bater ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro na hora da prestação de contas: “O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento. Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança que insiste em não endurecer e, se recusa a envelhecer”.

Rifa-se um coração ou mesmo troca-se por outro que tenha um pouco mais de juízo.Um órgão mais fiel ao seu usuário.

Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga.

Um coração que não seja tão inconseqüente.

Rifa-se um coração cego, surdo e mudo, mas que incomoda um bocado.

Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda não foi adotado, provavelmente, por se recusar a cultivar ares selvagens ou racionais, por não querer perder o estilo.

Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree.Um simples coração humano.

Um impulsivo membro de comportamento até meio ultrapassado.

Um modelo cheio de defeitos que, mesmo estando fora do mercado, faz questão de não se modernizar, mas, vez por outra, constrange o corpo que o domina.

Um velho coração que convence seu usuário a publicar seus segredos e a ter a petulância de se aventurar como poeta."



Clarice Lispector

28 de ago de 2008

Republicação nº 8

Remexendo um jornal velhão , de iniciante no jornalismo, achei esta matéria e resolvi colocar aqui. Feita por mim para o Diário da Serra, Botucatu, em setembro de 1999. Gostei muito porque foi inusitado; hoje não sei se teria coragem de entrar numa “gruta” com um mendigo “malucão”, mas...
Antes que me perguntem: não sei o que aconteceu com ele. Tive este único contato e nenhum interesse em saber mais.
*Bem, resolvi trocar os nomes também.
Chamada de Capa:
Indigente que mora embaixo da ponte
afirma que é Deus
Morando debaixo do viaduto no trevo de Bofete, aos 62 anos, José* ... chama a atenção de quem passa na estrada e de jornalistas de toda região: montou uma barraca de lona muito grande, fez uma plantação de milho também de tamanho suficiente para despertar a curiosidade . “Sempre pára gente aqui para conversar comigo”, afirma José, que de início se mostra uma pessoa como outra qualquer e conta ter perdido todos seus bens e a família em Laranjal Paulista.
O depoimento de José até então era mais uma entrevista de uma pessoa sofrida e que mostra bem o retrato do país. Era. Pois, de repente, ele desandou a profetizar a respeito de diversos assuntos. Mostrou uma fotografia de Jesus Cristo e garantiu ser ele aos 18 anos de idade. Em seguida afirmou que vai se casar novamente e que seu primeiro filho será o “salvador do novo mundo”.Em alguns momentos, José tem consciência. Fala da perda não só do dinheiro, mas da família. Vive num mundo de sonhos para fugir de tanta desilusão. Talvez esse seja o retrato mais cruel da desigualdade social.
Matéria:
Idoso mora sob ponte e garante ser Deus
José, 62, diz que seu filho será o “salvador do novo mundo” e acredita ter ganhado do governo as “terras férteis” onde tem plantação
Iêda Santos
Existem pessoas como José*..., 62, que levam uma vida simples sob um viaduto, sentem-se felizes e fazem dos seus sonhos a realidade de sua vida, acreditando até ser o “salvador do mundo”.
José disse que é separado há mais de 7 anos, tem 7 filhos e morava em Laranjal Paulista até perder toda a família, a terra, a casa, o trabalho, tudo que tinha para um homem “ruim”. “Bagunçaram todas as minhas coisas e a polícia me trouxe para cá. Se fosse esperar pela família, morreria de fome”.
Há dois anos, debaixo do viaduto do trevo de Bofete e em terras ao redor, planta mandioca, milho, amendoim, abóbora, cria galinhas e cachorro. A primeira vista, que foi o que nos levou a procurá-lo, era apenas um mendigo mais “versátil”, que sabe aproveitar as oportunidades que surgem ao redor.Mas o que encontramos não foi apenas isso. Foi um homem completamente alucinado, acreditando que pode oferecer várias oportunidades à sua amada Elisa*, que irá morar com ele e ter, segundo José, o filho de Deus do novo mundo. “Eu sou Deus, ela é uma Deusa. E vamos ter um filho, o filho de Deus”.
O indigente afirma, com uma convicção surpreendente, que Elisa está predestinada a ele e que morando com ele terá uma vida bem melhor que em Laranjal. “Ela anda bem arrumada, trabalha no Banco e deve ganhar uns R$200,00, mas aqui ela estará comigo e vou dar tudo o que ela quiser. Dá para ter um restaurante ali (aponta onde o construiria) e um carro para ela ir para Laranjal. Ela virá para cá e sabe que não poderemos cortar o cabelo”.
Com esta vida e todos os sonhos, José diz que se sente feliz, só falta a companheira ao seu lado. “Se Deus quiser (ops, mas Deus não é ele?) vou ficar aqui pra sempre. Sei trabalhar em muitas coisas, não posso sair daqui para roubarem tudo o que tenho. A terra já é minha, o governo me deu”.Várias coisas que diz são baseadas em “documentos” que ele guarda em uma sacola velha com cuidado, em uma parte da “casa” que não nos deixou entrar. Por exemplo, o documento que comprova que ele é dono das terras é um jornalzinho falando da reforma agrária, a foto dele aos 18 anos é um calendário com a foto de Jesus Cristo.
José, que não tem documentos, diz que foi criado em um sítio em Anhembi, que a família é muito religiosa, que fez primeira comunhão e que estudou pouco, mas sabe ler. Agora recebe ajuda das pessoas, que lhe dão sementes para a plantação, pão e algumas coisas que tem na sua “casa”.
O homem que será pai do “salvador do novo mundo” acredita em tudo que lê, qualquer folheto, revistas velhas etc, têm alguma história da sua vida. Cupons em revistas para comprar livros, por exemplo, são notas fiscais para ele fazer compras ou vender seus produtos.
Para conseguir fazer José responder algumas coisas sobre sua vida, precisamos ficar muito tempo ouvindo sua história do novo mundo e, ai sim, conquistamos certa confiança. Apesar de ter “histórias extraordinárias”, em alguns momentos mostrou ser lúcido, como quando falou da economia do Brasil. “O problema é que as pessoas mudam nossas vidas, mas o governo é bom”.
Os acontecimentos que ocorrem diariamente no Brasil ele fica sabendo por jornais velhos ou por pessoas que aparecem e lhe contam. “Sempre pára alguém para conversar comigo aqui”.A verdadeira vida de José é uma incógnita porque não dá para saber o que é realidade e sonho, mas ele diz que sem dúvida alguma é feliz. “O ruim é ficar sozinho, apenas isso”.

27 de ago de 2008

Republicação nº 7

Ler é a solução
para escrever melhor

Digamos que ler é abrir um caminho para o mundo.

Mas que caminhos, muitos perguntam...

A leitura vincula novas aquisições, traz habilidades, faz viajar, sonhar e soltar a imaginação. Além de ser uma excelente atividade de lazer. Faça o teste, vá para um parque, deite na grama ou numa rede em casa mesmo e leia um livro. É muito relaxante.

Vou me prender aqui ao que considero um ponto importante. Ler para aprender a escrever ou para melhorar a escrita, usar as palavras corretamente. É preciso concentração, interesse e busca por dúvidas também.

Uma boa e constante leitura pode evitar erros que considero um assassinato. Exagero? Não mesmo. Encontrar um mais ao invés de mas num texto, dói no fundo da alma. Ver um há, na indicação de tempo passado, sem o h ou mesmo a redundância "há cinco anos atrás", também é ruim. Pelo amor de Deus, vamos lembrar que se digo que é há 5 anos, já está esclarecido que é atrás!!!

Erros gramaticais gerais, falta de vírgulas, palavras com ç escritas com ss e coisas assim; por ai vai as várias formas de amarfanhar a nossa língua.

E o bendito uso do gerúndio. Parece que virou moda estar falando e escrevendo assim. É uma das formas nominais do verbo, mas quando podemos substituí-la, o texto fica mais belo e até nossa fala enriquece.

Para usar a leitura como forma de aprendizado é preciso também força de vontade. Deixar a preguiça de lado literalmente. Anotar o que não entende e procurar no dicionário, verificar as regras gramaticais aplicadas mesmo quando se presta atenção na história ou mesmo escrever sobre o que leu. Parece chato, conselho bobo de professora, não é mesmo? Contudo, pode ser gratificante também. Aos poucos tudo isso se torna natural, você lê um jornal e lá vê um erro mesmo quando nem pensa em procurá-lo.

Existem pessoas extremamente preocupadas em aprender uma outra língua. Acho digno e necessário mesmo. Mas não vamos esquecer de aprender direito a língua do Brasil.

Obs.:Não se chega a lugar algum sem saber escrever e falar corretamente em qualquer língua!

Iê...

Republicação nº 6

Ei!!! Você já falou sem pensar??

Às vezes temos a mania de falar o "impensado" e, como consequência, deixamos nosso ouvinte sem entender de imediato ou, pior, com conclusões plenamente erradas.

Confesso que fico chateada com coisas assim. Algumas vezes digo ou escrevo , em e-mails principalmente, coisas que aparecem do nada na mente e não penso nas consequências, se vai magoar alguém ou qualquer outra coisa do tipo.

Chamo isso de excesso de sinceridade ou desprendimento total de tudo, o famoso FODA-SE; e isso aprendi a usar bastante nos últimos meses.

Nunca "morri" com isso e nunca dei de cara com conseqüências desatrosas. O que geralmente acontece é ter que explicar de novo, com mais carinho, diria.

Certa vez aconteceu o oposto. Usei meus pensamentos com tanta educação, calculei tanto os resultados antes de falar, que não disse absolutamente nada. E não é que me arrependi muito!
Ora bolas, o que é certo fazer? Ao pensar na resposta veio outra pergunta: O que é errado?
Se fazemos de uma forma, logo depois nos arrependemos de não ter feito de outra. E vice-versa.

Quer saber??? Deixo a dúvida no ar.

P.S.: Não leve a vida tão a sério. Não vale a pena na maioria dos casos!

Iê...

Republicação nº 5

A imensidão do Amor

O amor escrito, cantado, dito, dançado, pintado, chorado, vivido, platônico, guardado, escondido, proibido, declarado. Enfim, o AMOR é um mistério a ser desvendado, assim como a vida.
A vida tem vários tipos de amor. Descobrir o amor, ou o 'estar descobrindo', leva a outras descobertas. Geralmente este sentimento é ligado não só à felicidade, mas também à tristeza, como se fosse o nascer e o morrer. Amor de verdade não morre, só fica guardado no fundo da alma.

Amar é estar em movimento constante, voar. E isso não é só com o amar uma pessoa, é amar tudo e todos.

De qualquer forma, amar faz a gente aprender a guiar a felicidade. Tudo o que fazemos com amor traz resultados felizes. A tristeza de quem ama é não ter seu sentimento entendido pelo objeto amado, isto quando nos deparamos com mentes pequenas. Pode ver que o amor não se depara com a tristeza quando amamos um livro, um poema, uma peça qualquer, um animal... (rsrs)

Entenda-se aqui, então, que AMOR não faz sofrer, faz viver.

P.S.: Seja lá o que você esteja amando, ame intensamente, sem medo. O importante é AMAR SEMPRE.

Iê...

Republicação nº 4

Motivo do nome do Blog??

Inspiração: "Descobri que a vida é bailarina
E que nenhum ponto inerteanula o viravoltear das coisas"
Não lembro o autor, ou melhor, tenho dúvidas, mas logo mais informo isso.

Iê...

Republicação nº3

Entre os anjos e o amor...

Sou tudo e nada
Sou medo e coragem
Sou uma incógnita
Sou o que você mais teme
e aquilo que mais te agrada
Sou quem te nega um olhar
e quem te entrega o coração
Sou uma incógnita
Um caminho com rumo e sem rumo
Sou companhia e solidão
Sou uma grande peça no jogo da vida
Sou o
Amor
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Hoje vi que
anjos
não têm asas
Vivem lá em casa, no trabalho, no passeio
em lugares inimagináveis
Sorriem, choram, continuam sorrindo
A cada lágrima
Logo um sorriso toma seu lugar
E isso é só para animar
Hoje vi que anjos não têm asas
São pensamentos positivos que permeiam o subconsciente

Iê...

Republicação nº2

Convenções
Vou ser direta. Se não houvesse certas convenções na vida, talvez fôssemos bem mais felizes. E felizes de verdade.São raríssimas as pessoas que não se prendem a isso, ao que é estabelecido pela sociedade. Estas são criadas como se obedecessem a um acordo prévio e seguem normas baseadas em experiências.Você já participou da reunião de alguma? Eu não. E o pior de tudo é que sei que sigo muitas.Isso é milenar. Não podemos mudar. Mas é necessário reconhecer.Pessoas, há poucos dias estive em meio a crianças de classe média alta que participavam de uma atividade, digamos, “recreativa”. Todas bem arrumadas, com cachecóis, botas – como dita as normas de inverno. No meio do evento chegou uma amiguinha que foi bem recebida por todos, mas trazia uma outra que não seguia as “convenções”. As roupas eram modestas e a criança até mais tímida. Comecei a perceber olhares, conversinhas paralelas e todo tipo de reação, assustadoras para mim. Poucas a trataram como igual. Esta história me levou a meditar sobre coisas que faço, que as pessoas ao meu redor fazem e assim por diante. Claro, cheguei a conclusão de que várias são necessárias, mas me veio à cabeça as convenções fúteis que seguimos. Por que a amiguinha nova tinha que estar vestida como todos? Por quê? Alguns dirão que é educação dos outros, que é preconceito, sei lá. Não. Mas, deixemos este acontecimento de lado.Pensando bem, vejo-me com as mesmas normas. Claro que adultos reagem de forma diferente, mas até ai! Ao me vestir, sempre me preocupo se já me viram muito com tal roupa, se repito muito tal sapato e bolsa. Para quê? Precisamos de tantos sapatos, de tantas bolsas...?É, seguimos normas bobas como esta e nos vemos “reparando” não só em nós mesmos, como em todos. Temos coleções de tudo, e não percebemos que isso é para seguir regras do mundo em que vivemos.E se seguíssemos regras úteis? Alguém sabe o nome do faxineiro (a) que limpa todos os dias o chão da empresa em que trabalha (falo de empresas grandes!)? E quantas vezes você viu alguém sorrir para esta pessoa ao passar por ela e dar ‘Bom Dia’? Isto sei que procuro fazer sempre. Apesar de me distrair muitas vezes, gosto de cumprimentar todos. Mas observei que isto não é comum. Vale lembrar que não é necessário nem saber o nome, mas mostrar às pessoas que você sabe que elas existem ali.Por que seguir convenções sem importância e não seguir as que fazem a nós e as pessoas ao nosso redor mais felizes?Nossa, eu realmente viajei em meus pensamentos sobre este assunto. Fiz uma lista enorme de normas úteis e inúteis que seguimos, baseadas em acontecimentos pessoais ou não. Porém, não posso enumerá-las aqui.Para se desfazer das inúteis, devemos nos livrar até dos nossos mais recônditos preconceitos. E lembrar que o mais importante nisso tudo é ser feliz e aceitar as pessoas como são. E, às favas, certas convenções!!!!
Iê...

Republicação nº 1

Ensaiando!!!
Nossa, quantas vezes falei para evitar o bendito gerúndio. Cá estou e acabei de intitular meu primeiro texto com um baita gerúndio. Dane-se!Uma vez me disseram que eu escrevia bem, que tinha jeito para a "coisa" e que tinha criatividade. Não sei se acreditei, mas resolvi tentar. Bem, queridos amigos (principalmente os jornalistas!), não falo de textos noticiosos, estes tenho obrigação de escrever bem e sei que o faço, afinal ensino isso. Falo de textos mais dinâmicos, estórias inventadas ou histórias observadas e contadas de uma forma divertida. É isso que vocês poderão ler por aqui. Espero que possam deliciar-se. Voltem sempre.
Iê...

25 de ago de 2008

Vida bailarina ainda em reforma

Inauguração prevista para o fim desta semana. Aguardem!

Iê...